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Você sabe que algo não está
certo na sua vida sexual.
E isso pesa mais do que parece.
Na intimidade, na autoestima, na qualidade do relacionamento.
No silêncio que você muitas vezes carrega sozinho — porque esse não é um assunto fácil de falar com ninguém.
Falar com Luciano
Alguma dessas situações
faz parte da sua vida?
Às vezes o problema não tem nome — só um peso que você carrega em silêncio.
Dificuldades com a ereção
- Perde a ereção na hora de colocar a camisinha ou logo após iniciar a penetração.
- Funciona sozinho, mas trava com parceiras novas — e isso não faz sentido pra você.
- Fica ansioso antes do sexo, pensando se vai conseguir manter a ereção.
- A ereção diminui durante a relação sem motivo aparente.
- Passou a evitar situações de intimidade para não correr o risco de falhar.
- Sente que o sexo virou uma prova de desempenho que você tem medo de reprovar.
Ejaculação
- Ejacula muito rápido e sente que não tem controle sobre isso.
- Demora muito para ejacular e isso torna a relação desgastante ou frustrante.
- A ejaculação virou uma fonte de ansiedade antes mesmo de começar.
Desejo e prazer masculino
- O desejo simplesmente sumiu — e você não consegue explicar por quê.
- Dificuldade em atingir o orgasmo durante a relação sexual.
- O sexo acontece, mas sem presença real — só o corpo, sem você.
Pornografia
- Percebe que o uso está afetando sua vida sexual real.
- Dificuldade de se excitar no sexo real da mesma forma que com pornografia.
- O hábito virou algo difícil de controlar — e isso gera culpa.
Culpa e vergonha
- Sensação de culpa por não satisfazer a parceria.
- Tem vergonha de falar sobre o que sente na intimidade.
- Sensação de não dar conta — de estar em falta com a parceria.
- Evita novos relacionamentos por medo de que a situação se repita.
- Medo de ser julgado por seus desejos ou práticas sexuais.
Masculinidade e relacionamentos
- Dificuldade em construir ou manter relacionamentos afetivos estáveis.
- Ciúme intenso que gera sofrimento e conflitos recorrentes.
- Sensação de insegurança constante dentro do relacionamento.
- Padrões que se repetem em todos os relacionamentos — e você não entende por quê.
- Dificuldade em expressar emoções ou vulnerabilidade com a parceria.
Diversidade sexual e de gênero
- Sente culpa ou vergonha pela própria orientação sexual.
- Está no processo de se assumir — para si mesmo ou para os outros.
- Enfrenta conflito entre sua fé e sua sexualidade.
- Vive uma vida dupla — e esse peso está aumentando.
Saúde sexual feminina
- Dificuldade em atingir o orgasmo durante a relação sexual.
- Falta de desejo sexual sem conseguir explicar o motivo.
- Dor durante a relação sexual que interfere no prazer.
- Dificuldade em se excitar mesmo quando quer.
- Sensação de que o sexo virou uma obrigação no relacionamento.
- Dificuldade em comunicar ao parceiro o que sente ou precisa.
Identidade e sexualidade
- Dificuldade em entender seus próprios desejos — o que você realmente quer.
- Conflitos internos em relação à sua sexualidade que você nunca resolveu.
- Dificuldades no início da vida sexual — insegurança, bloqueios, primeiras experiências.
- Insegurança com o próprio corpo na intimidade — tamanho, peso, aparência.
- Sensação de que algo está errado com você — mas não sabe nomear o quê.
- Dificuldades sexuais em primeiras relações homoafetivas.
Se você se identificou com alguma dessas situações,
você está no lugar certo.
Algo não saiu como você esperava
na intimidade.
Talvez tenha travado. Terminado antes. Não sentido prazer. Não conseguido se soltar.
E aí começa o verdadeiro problema. A cabeça não para. "Por que isso aconteceu comigo?" "O que ela pensou?" "Será que vai acontecer de novo?"
O medo vira antecipação. A antecipação vira tensão. E a tensão garante que na próxima vez vai ser ainda mais difícil.
Você começa a monitorar o próprio corpo em vez de sentir. A se preocupar com o desempenho em vez de estar presente. A evitar a intimidade para não passar pela situação de novo.
O que começou como um episódio isolado virou um ciclo. E quanto mais você tenta controlar, mais o corpo resiste.
Isso não é fraqueza. É o que acontece quando a mente interpreta a sexualidade como uma ameaça.
Cada queixa sexual
tem uma história por trás.
Não é fraqueza. Não é falta de vontade. É um conjunto de pensamentos, emoções e comportamentos que foram se organizando de uma forma que hoje prejudica a sua vida íntima — e muitas vezes você nem consegue identificar exatamente quando isso começou.
O trabalho terapêutico começa por entender essa história. A sua, não a de um paciente genérico.
Entender
Avaliação biopsicossocial completa. Mapeamos sua queixa específica, o contexto em que ela aparece, os pensamentos envolvidos e o que é particular da sua história.
Trabalhar
Identificação dos padrões cognitivos, emocionais e comportamentais que mantêm o problema. Cada sessão tem foco e direção — nada é genérico.
Transformar
Desenvolvimento de autonomia, reconexão com o próprio corpo e recuperação da confiança na intimidade.
Terapia Cognitiva Sexual
Desenvolvida especificamente para disfunções e queixas sexuais, é uma abordagem baseada em evidências científicas que compreende a sexualidade humana a partir de uma perspectiva biopsicossocial — integrando os aspectos biológicos, psicológicos e sociais de cada pessoa.
Isso significa que o trabalho vai além do sintoma. Leva em conta sua história de vida, suas experiências, o contexto em que você se desenvolveu e as crenças que você construiu sobre si mesmo e sobre o sexo ao longo do tempo.
Por isso o tratamento é individualizado, contextualizado e orientado para resultados concretos — não existe protocolo único, existe o seu caso.
O objetivo não é só resolver o sintoma.
É você ter uma relação diferente com a própria sexualidade.
O que o processo terapêutico pode proporcionar
- Voltar a confiar na própria intimidade
- Melhorar a comunicação com a parceria
- Reduzir a ansiedade e o medo de falhar
- Fortalecer a autoestima dentro e fora do quarto
- Reconectar com o próprio corpo e com o prazer
- Viver a sexualidade de forma mais leve e autêntica
Saúde sexual é um direito.
A sexualidade atravessa a autoestima, a saúde emocional, a forma como você se relaciona consigo mesmo e com quem você ama. Quando ela está comprometida, quase tudo ao redor sente o peso disso.
Vergonha e constrangimento são reais — mas não podem ser o motivo pelo qual você deixa de cuidar de algo que importa tanto na sua vida.
Falar com Luciano
Luciano Rodrigues
Psicólogo e Sexólogo
Sou especializado em Terapia Cognitiva Sexual. Atendo presencialmente no Shopping Nova América, em Del Castilho, Rio de Janeiro, e online para todo o Brasil.
Escolhi trabalhar com sexualidade porque é uma área cercada de tabus, mitos e sofrimento silencioso — e que ainda carece de profissionais sérios, com formação sólida e dispostos a falar sobre o assunto de forma ética e científica.
Fiz minha graduação em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Durante a formação em Terapia Cognitiva Sexual, iniciei meus primeiros atendimentos nessa área e percebi que era exatamente onde eu queria estar. Aprofundei essa escolha com a pós-graduação, tornando-me especialista em Terapia Cognitiva Sexual.
Meu trabalho é oferecer um espaço seguro e sem julgamento — para quem quer viver uma vida sexual mais autêntica e satisfatória.
CRP 05/60901Dar o primeiro passo
é a parte mais difícil.
Mas o processo é simples. Entre em contato pelo WhatsApp, conversamos sobre o que você está passando — e a gente começa.
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@sexologo.lucianorodriguesAtendimento presencial
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